Inglês: As empresas exigem... Mas como fazer a experiência de aprendizagem mais agradável?

Por Richard Jones, professor da Millennium

Fabrizio e Alunos

Acompanhando uma discussão de executivos pela internet no grupo Linked In, um dos participantes queixou-se que as empresas cada vez mais exigem conhecimento do inglês, e indagou se isso seria NECESSIDADE OU MODISMO?

O fato é que, modismo ou não, as empresas estão fazendo essa exigência, o que, naturalmente, leva muitos a resistir a essa obrigação de TER de aprender inglês. Sentem-se pressionados a fazer algo que não querem, o que gera estresse.

Quando me mudei do Canadá para o Brasil, oito anos atrás, enfrentei exatamente essa situação: eu resistia em aprender português, quando já dominava a minha própria língua, mas sabia que não tinha outra opção, a não ser me adaptar.

Por isso recomendei ao participante do grupo Linked In, que solução para ele é aprender logo o inglês, sem estresse, e subir no mercado de trabalho. Mas, para isso, o primeiro passo é ver que nossas maiores dificuldades não estão no assunto estudado (no caso, o inglês), mas sim na resistência emocional que temos em relação ao que estamos aprendendo.

Depoimentos

“Desenvolvi-me no trabalho no que diz respeito a relacionamentos, responsabilidade e tolerância”
(Fábio das Chagas Magnanelli, empresário)

Se conseguirmos tratar essas emoções, vencendo a oposição, o medo, a timidez, vergonha, venceremos as mesmas dificuldades quando precisarmos falar em público, apresentar nossas ideias em reuniões, ou assumir um desafio difícil em um novo cargo.

Vendo nossas dificuldades e resistências não como um problema com a língua, mas como algo mais profundo em nós, podemos alcançar muito progresso em nossas vidas. Essa é a abordagem psicolinguística de se aprender línguas, que utilizamos com nossos alunos, e pode fazer toda a diferença a todos que precisam aprender.

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