Por Anna Karin Bjornsdotter Lindquist (Suécia)
Professora e Psico-sócio-terapeuta sueca dos cursos de inglês, sueco e alemão na unidade Moema da Millennium

Sou da Suécia e vim ao Brasil seis anos atrás, para conhecer o trabalho do psicanalista austríaco-brasileiro Norberto Keppe, criador da Psicanálise Integral, que une as descobertas das principais correntes psicanalíticas (Freud, Jung, Frankl, Bion, Igor Caruso e Melanie Klain) e é muito famosa em meu país. A Psicanálise Integral também se chama Trilogia Analítica, por abranger em seu estudo os três aspectos do ser humano e da sociedade: sentimento (fé), pensamento (filosofia) e ação (artes/ciência).
Meu interesse inicial foi pelo tratamento psicossomático aplicado por Keppe em seu consultório e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Já no Brasil, percebi que a ciência keppeana auxilia a humanidade a tratar de suas doenças psíquicas, físicas e sociais não só por meio do atendimento clínico, mas também através do método de ensino-terapia, que Keppe criou. Iniciei então meu treinamento neste campo, e passei a lecionar na Escola de Línguas Millennium, que utiliza o método keppeano, que se chama Psicolinguístico Terapêutico Trilógico.
Neste método, o aluno é colocado em foco na situação pedagógica, e o treinamento psicanalítico integral do professor tem a função ajudar o aluno a ver o bem, a verdade e a beleza que possui dentro de si, e mostrar como bloqueia ou impede isso de existir. Assim o aluno ou aluna podem retornar a ser o homem (mulher) universal que uma vez decidiu parar de ser. Keppe vê, assim como Sócrates, que o aluno já tem a verdade dentro de si e a função do pedagogo é apenas ajudá-lo a restabelecer contato com aquilo que ele já sabe.
Durante as aulas na Escola de idiomas Millennium, ensinando inglês, espanhol, francês e outros idiomas, trabalhamos com textos terapêuticos, conceitos fundamentais dentro da ciência da psicopatologia trilógica - e o aluno é levado a um conhecimento geral em todos os campos de conhecimento: ciência, ética, política, teologia, economia, sociologia, arte e filosofia. A medicina, por exemplo, não deveria entrar em conflito com a psicologia, ou a ciência não deveria contradizer aprioristicamente os fundamentos da filosofia ou da teologia, pois sua função é experimentar na prática os conceitos filosóficos, científicos e teológicos, para ver se se comprovam ou não.
E, como o ser humano é trino (sentimento, pensamento e ação), é importante levar em consideração estas três partes durante o processo de ensino. Na Millennium, é importante que o aluno participe ativamente, converse e ao mesmo tempo tenha contato com os seus sentimentos, bloqueios e atitudes que impedem sua aprendizagem. Daí também a importância fundamental das artes nesse processo.
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